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Do despreparo ao infantilismo

Eis Sr. Ministro, prêmio final à subserviência:  uma Pró Reitoria

E depois o propalado ensino de “qualidade”

A elegia do obscurantismo autoritário: eis quanto registram atas (reveladoras) 
de instituição federal de ensino onde pelo despreparo tudo se esconde 
e pela ausência de crítica ou mesmo de autocrítica  tudo se amesquinha desde o Conselho Superior: 
onde conselheiros depois se envegonham do que dizem às escondidas.

Certamente dever-se-á chamar o pai e a mãe desses dois conselheiros para responsavelmente assinarem as atas em nome desses infantes – cujos nomes foram suprimidos – em favor da tese relativa ao melhor aproveitamento das estruturas de ensino existentes e disponíveis: para em seu lugar construir universidade digna desse nome.

Pois eis… como se fosse um jardim da infância…
Eis um conselheiro a se dizer “coagido” por alguém a lhe impedir ouquem sabe a lhe impor castivos à livre manifestação de suas convicções. E isso,  num conselho dito superior de universidade exemplar… Afinal, que instituição de ensino é essa  onde seus conselheiros se calam… são coagidos… e sequer tem coragem de denunciar quem os “coage”?
Pode-se esperar o que desse tipo de conselho (dito superior) onde seus membros tem medo de expressar razões e sustenta-las quando e onde for preciso? Ora!!!
Eis, Sr. Ministro! Eis a própria confissão da incompetência… expressa em ata! 
Basta ler!
Pois há de se perguntar:
A quem serve esse conselheiro? E o que mais tem esse ilustre senhor fazer “escondido” nesse conselho?  Conselho Superior de instituição… justo onde tudo se pretende fazer – escondido???
E onde mostram por suas próprias palavras desconhecer leis, melhores costumes? E tudo institucionalmente se pretende esconder?
Pois pergunta-se: que espécie de “qualidade de ensino” é essa regida sob razões ocultas? Afinal,  como demonstra a prórpia ata de seu Conselho Superior seria essa a propalada “qualidade” – incapaz de resistir à menor crítica?

Pérolas do obscurantismo

A propósito do concurso público suspenso por determinação da justiça – tão evidentes eram as irregularidades do edital  – eivado de dirigismo e presunção de suficiência em afronta à legislação, quase ao final da reunião  o presidente informou aos membros do conselho sobre esse fato. Relata o texto da ata que o conselheiro Claudinei Honório da Silva, representante das entidades patronais solicitou cópia dessa documentação para conhecimento. Ora tal solicitação constitui coisa corriqueira e, seria sempre esperada de um conselheiro no exercício do cargo, em atuação responsável pelos melhores destinos da instituição.

Os nomes desses dois conselheiros, o segundo hoje tornado “pró-reitor”,  foram suprimidos em favor da tese correspondente à intenção de um dia tornar a instituição universidade digna desse nome.

Pois bem. Eis para comprovar, as “pérolas” do despreparo e obscurantismo vigente – registradas nesse final de ata: pronunciadas, aliás,  pelo mesmos conselheiros que acima se manifestaream contra publicação de atas. Eis estampadas em texto dedocumento oficial o infantilismo e o despreparo continuado – in verbis:

  • O Conselheiro titular (representante dos egressos) entende não ser coerente enviar para os conselheiros”.
  • “O conselheiro titular ( representante dos docentes) solicitou que seja colocado para o Procurador se pode ou não ser passado para os conselheiros o parecer da juíza“.

 Conclusão: ignorância alheia mata.  Mas nessa instituição serve para virar pró reitor.  Exatametne, onde o desenvolvimento institucional assim promovido terá por meta torna-la um  “jardim da infância“!

Ora, segundo se entende pela fala desses “doutos” conselheiros vistos a serviço da subserviencia do próprio órgão onde atuam, o Conselho Superior deve ser mantido na ignorância de fatos importantes que dizem respeiro à instituição. Estariamalí apenas para homologar quanto o poder autocrático lhes solicitar e, não pode tomar conhecimento de nada quanto esses dois “luminares” e censores da estultícia alheia entenderem por bem tornar segredo de estado.

E depois disso ainda ninguém sente vergonha de nada nessa instituição. Sequer pela noção do ridículo. Pois ali se ignora até o fato do processo ser público. Ou seja, qualquer cidadão interessado pode solicitar cópia integral do processo na própria Justiça Federal.

Não é o fim da picada, Sr. Ministro?
Já não chega?
Ainda precisa mais?

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Meditado sobre matéria: post no Facebook

  • Raul Ferreira Bártholo

Tai… torço para Dilma fazer bom governo. E digo mais. Continuo a apoiar a antiga Marina.
Aliás, penso que a candidatura de Dilma bem sucedida e em reeleição junto com Marina (vice) seria imbatível. Lula se reuniria à roda de cavalheiros, junto com FHC, Itamar. Acredito que daria para iniciar uma cogitada Escola de governo e Administração Pública – desde já.
Inconfidentes, tem tudo pronto para começar.

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  • Raul Ferreira Bártholo

Inconfidentes (MG) 
http://exemplodeinconfidentes.blogspot.com/


há 35 minutos · CurtirCurtir (desfazer)

  • Raul Ferreira Bártholo

E começar em cima do aproveitamento de estruturas existentes. Carentes de revisão e melhor aproveitamento. Restruturadas. dotadas de finalidade instrumentalizadoras de intencionalidade e direção à curvatura do processo histórico – sob crítica ao presente.

E disposta à revisão sobre teorias e valores.Ver mais

há 27 minutos · CurtirCurtir (desfazer)

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Poder altivo ensinado, ética governamental, razão suficiente. A prática da escola risonha e franca

Destino original, história construída

Documento  escrito em 1918
Cópia datilografada do manuscrito em 1965
 

  Chama a atenção a linguagem castiça e escorreita no relatóriode um “guarda de aluno”
para informar ao diretor de uma intituição histórica e de “reciclagem” humana
o esforço educacional  para “pôr a ferros” um educando considerado “mau elemento”.
(clicar sobre a figura para ler)
 

 

Da educação voltada à submissão à educação libertária.

Pois é. A propósito de dignidade faltante em instituição de ensino, Bastião Bento agradece algumas surras que levou do pai quando errou, pego na mentira e no injustificável. Sarou e aprendeu a falar a verdade, tornou-se forte. Acha que faltou a essa gente (fraca) que se esconde, quantas certamente seus pais economizaram em “palmadas” e têmpera de berço para exercícios de poder. Continuam fracos e falsos, escondidos atrás de fachadas, a esconder razões próprias. Alma limpa e lavada, Dr. João já foi diretor dessa escola que hoje virou instituto federal. Foi ele em seu tempo quem mudou o espírito. Tornou-o libertário, apesar de também autoritário a seu modo, ele próprio. Aboliu “guarda de aluno“. E todos passaram a ter nome, respeito e dignidade. Matéria sobre a qual Bastião Bento colocou cópia desse documento na “urna do tempo” para ser aberta daqui a trinta anos. Afinal, iniciativa feliz do ex-diretor Paulo Roberto Ceccon, a quem, em solenidade, presente o reitor Rômulo, juntaram-se melhores espíritos e intenções; história e registro pela passagem do espírito libertário a firmar morada da dignidade na Terra. Bastião Bento é testemunha desse tempo: – ninguém tinha nome. Era número. E nem dignididade de ser alguém. Bastião Bento não quer ninguém escondido. Atrás de anonimato, atrás de qualquer fachada de ilusão. De sua parte, Bastião Bento diz o que pensa e repete em praça pública. E Bastião Bento homenageia pela lembrança quanta dignidade representa e representou o efeito final do educador: desde o escrito escorreito, castiço e invejável [do educador] em seu papel regenerador – humanista. Nascença e história do atual IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes.

Pois eis Bastião a ensinar moral educacional – ética libertária – através da qual os homens se tornavam fortes,  reconheciam e corrigiam erros, recuperavam energias sociais e se redobravam prenhes de forças e valor da razão soberana capaz de expor à luz – raiz e motivo convincente. E certamente reavivar noções destinadas a modificar costumes e governar País. Pois se ensinavam virtudes, liberdade e responsabilidade.

Ninguém precisará dizer mais: Dr. João rompeu grilhões educacionais, corrigido de seus próprios – virtude também sabida de ensinar. Seja-lhe rendida a homenagem pela guarda do documento e providência de retransmiti-lo às futuras gerações.
Mais capazes. Altivas, palavra livre e razão soberana.

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Sobre escola exemplar, risonha e franca

Escola Agrícola Vsiconde de Mauá – EAVM
Saguão de entrada, onde sempre se exigiu dignidade e respeito (1965)
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Aula de boas maneiras. As atas oficiais. O manual de redação da presidência da república

 
De costas, Dr. João (meu pai). Seu hóspede, Governador Ademar de Barros (1963). Ao centro o Juiz Jacominno Inacarato lê o termo de instalção do município de Inconfidentes (MG). Demais à mesa, pessoas pessoas ilustres, conhecidas, presentes.

Escola de governo.
Análise de matérias. Ementas. Técnicas e aplicação.

O manual de redação da presidencia da república.

Banida pois está a intenção oculta. a ser expressa em documento oficial sob quaisque formas de desvios da objetividade. e precisão de pensamento. O exempo das atas de reuniões. A concisão da verdade.
A destruição dos artifícios.

Aspectos para desenvolvimento inicial:

  • Aspectos formais em ortografia a serem obedecidos:
  • Análises em linguistica e pedagogia. A síntese. Frases e sentidos.
  • A falsidade ideológica embutida em deformação da linguagem adjetivada.
  • E razão inconteste, restante, suficiente (recoberta ou a descoberto) pela palavra, significado e contexto.
  • A força da palavra chula transcrita (linguagem…  “rès” de chão) acentuada. Clareza e necessidade.

Eis na ata formal assainada por cavalheiros e pessoas adultas a se reconhecerem pelo assinado sob pressupostos da dignidade exigível (CF, Art. 3º), conteúdo e moralidade administrativa traduzida em discurso neutro, verdadeiro e oficial e, a ser tido sob fé pública – “ad perpetuan rei memorian“.
Pois eis a expressão fiel através da qual se constroi história. E eis a força da linguagem. E o discurso neutro e ético na esfera pública. 

E eis, ética e moral pública, a razão (final) documentada:  a capaz, finalmente, de se expor e pronunciar em PRAÇA PÚBLICA.

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Ata de reunião

O Diretor Geral pró tempore Ademir José Pereira, em seu gabinete no IFSULDEMINAS Campus Inconfidentes, às sete horas da manhã do dia oito do mês de novembro de dois mil e dez – esteve reunido com o “senhor Raul Bartholo“, segundo assim o designa em termos expressos a ata oficial, assinada pelas partes, quando o refrido diretor embora por gesto singelo e suficiente, teve a grandeza de reconhecer o erro cometido (equívoco de concepção e prática aplicada). E assim firmou seus termos sem mais acrescentar razões ou conmtraditas. Em contrapartida, mostrou disposição de transcender, corrigir mazelas internas, e contribuir para tornar o IFSULDEMINAS uma grande universidade.

Par começo imediato, será requerida a instalação de um mural interno de acesso público onde de modo democrático e responsável se expressem opiniões e pensamentos sob inteira liberdade como primeiro instrumento de transformação de hábitos e costumes internos. E como treinamento para o exercício do poder da palavra ética e libertária, além de todas as demais expressões de uso corrente permitidas em lei e expressões de civilidade. A alegação contrária feita pelo diretor foi o receio de que  “alguém poderia escrever uma mentira“. Evidentemente ao final concordou que seria o caso punir a mentira.

Reconheceu a impropridade também enunciada por orientadora pedagógica anos atrás referente à justificativa para supressão de papel higiênico nos banheiros dos alunos. Pois desde esse pormenor foi explicado ser esse o primeiro  treino para submissão dentro da estrutura de poder e subordinação massiva, educação assim voltada para passividade depois estendida aos demais hábitos do educando pela vida.
E também compreendeu estar no autoritarismo, a forma degenerada do exercício da autoridade a corroer e enfraquece-la sob desgaste do poder inerente. E manifestou compreensão pedagógica  suficiente para exercício de autoridade de modo a dispensar o autoritarismo histórico até então em vigor na instituição. Certamente, doravante banido.

Sob concordância tácita, ficou-se de marcar reunião conjunta da comunidade – professores, alunos, funcionários – para tomada de consciência da nova situação, organização de trabalhos e desenvolvimento de projetos. Sua autoridade como Diretor Geral ficará pedagogicamente preservada; e servirá como exemplo para outros locais no IFSULDEMINAS onde também outros erros derivados da presunção e  autoritarismo precisam ser reconhecidos e corrigidos.

A ata oficial trata de prática de funcionário subalterno para o qual será pedida a punição severa correspondente. Por dispensar minudências sobre o assunto e tonar o IFSULDEMINAS uma universidade digna desse nome apropriada à geração de novos brasileiros mais aptos a desenvolver o Pais pelo habito e força da palavra responsável e poder educado, treinado e desenvolvido sob condições educacionais favoráveis, fica a seu critério a publicação da ata referida ora mantida em arquivo e reafirmada em todos termos adequadamente aplicados ao contexto da reunião. Que a grandezaa dos homens de bem prevaleça e prospere.

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