Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG

TV-SENADO: Desligada. Até segunda ordem.

Leitura de agora: A atualidade conforme Montesquieu – nada mais atual.

Fotos e Realidade Virtual – palavras e letras transcritas

De: Inconfidentes globalizado. Para: o Brasil globalizado.
De: Inconfidentes: Para: o Mundo globalizado.

De: – Foto 1 – Nova Yorque.

]
Desconhecidos diretores da CEMIG – circundados por desconhecido parasita social – entre mensaleiros, sanguessugas ou ilustres senhores representantes da arqui-famigerada turma do Sr. Renan. Ou de outras turmas em vigor no País.

Para: – Foto 2 – Inconfidentes.
Bastião Bento desligou a TV-Senado. Só as maritacas estão atentas.
Eis: Nova Yorque.
Eis Bolsa de Valores
Nela eis:os ilustres senhores, festivos.
E à volta ilustres gaiteiros no sentido literário do termo, circunvidados.
Enquanto circuncidados, outros gaiteiros – ou dito gateiros estruturais.
Enfim, embasbacados diante do parasitismo global, elegante, uniformizados, todos engravatados.

E eis Inconfidentes. Eis Minas Gerais.
Roça mineira, fios esticados. E nela, atentos só matritacas.
Eis os fios da CEMIG. Pacatas, ainda, são as núvens.
Mas eis o Brasil de hoje. Nuvens no ar.
Empacotados, invernos e trovoadas.

Perdão, senhores. Aqui na roça Bastião Bento desligou a TV-Senado. Aqui iniciamos a Transvaloração de Todos os Valores; e réguas de cálculo melhor ensinadas vos acompanharão.

Aliás, permita-me: eis aplicada à conferência do parasitismo social a vos acompanhar, o instrumento de trabalho da matemática mais transpárente. E eis o exemplo prático da aplicação da Régua de Cálculo mostrado abaixo.

No local em “verde” consta o Preço do Kw -Na conta da Cemig: R$ 0,668717
– Na conta da CPFL: R$ 0,372103

Taxas de iluminação pública: CEMIG: R$ 13,00 (por 117 Kw consumidos)
CPFL R$ 3,37 (por 611 Kw consumidos)

Posicionada a regua: na linha do cursor, os dois valores (preço do Kw), um embaixo, outro em cima. E abaixo do nº “um” da escala superior, lê-se o resultado: 1,85

Não há quem possa desmentir a leitura dessa régua.

Ou seja: o Kw da CEMIG é 85% mais caro do que o da vizinha CPFL.

E a taxa de luz não tem comparação – principalmente pelos valores consumidos: em proporção inversa dispensam qualquer comentário.

E no “site” da CEMIG: Inconfidentes em baixo dos fios

Dispensemos palavras. Enquanto o emblemático Sr. Renan Calheiros lá nos altos da presidência do Senado Federal festeja seu último sucesso após haver “chegado lá” – ajudado bovinamente por legiões de famintos e desesperados atrás do “fome zero”. Pois chegaram lá. E lá estavam, cercados de tanto sucesso como nunca – nesse País. Pois eis, sem aqui sem tê-los identificado, pois escondidos atrás de rostos tão sorridentes, cercados, os píncaros do parasitismo social a premiar alguns “acionistas minoritários” – outros privilegiados senhores sem o País e nem os moradores de Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG saberem quais são. Além de outros desconhecidas expressões, porém figuras de proa; senhores, talvez exelências à força de protocolo. Onde? Postados à volta com diretores da CEMIG. Onde? Em Nova Yorque.
Eis as fotos acima! Faziam o que? Todos sorrisos, só foto?
Festejavam tanto o sucesso a si – “empresarial“.

E o que tinha ou tem essa foto? Qual “pano de fundo“? A Bolsa de Valores de Nova York.

E o que faziam esses ilustres senhores, junto com a alta direção da CEMIG?

Festejavam a entrada da CEMIG na Bolsa de Nova Yorque, sob perspectivas pelas quais não “estamos” carecas; mas sim, “somos” as próprias “carecas do jegue” agora mais expostas à luz do sol e aos frio da noite – pelo quanto com isso importa reconhecer motivos e finalidades dessa “entrada”. Afinal, são empresas públicas, prestadoras de serviços públicos “entrar(?)” nas tais “Bolsas”. Tudo sabido, para rapinar sob chancela oficial. E depois, com desculpas para tudo, “levar vantagem” e ainda especular sobre o resto. Pois depois nas contas de Luz de Inconfidentes, ninguém mais precisar sair atabalhoadamente para explicar alguma origem de arrecadação. Pois noite afora, a cidade dorme. E de dia a dentro, atentas, só as maritacas de Inconfidentes! Pois haveremos de conferir. Embora protocolar, delicadamente foi enviado à CEMIG o seguinte pedido de explicação (e-mail abaixo):

Prezados Senhores

Sou estudioso em estruturas de tarifas públicas, interessado em conhecer o modelo matemático aplicado pela CEMIG aos consumidores das categorias residencial, comercial, industrial pública e outras se houverem. Também há interesse especial em conhecer as estruturas de cobrança das taxas de iluminação pública com os índices respectivos para as várias cidades.

Como no Site da CEMIG tais informações não estão disponíveis ou não foram encontradas solicito especial atenção para o presente pedido, pelo quanto desde já quero manifestar meus agradecimentos.

Atenciosamente

Raul Ferreira Bártholo
Consumidor

Av. Alvarenga Peixoto, 193
Inconfidentes (MG)

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Pois aqui em Inconfidentes, matemática, eu aprendi com o Zé Rodinha.

Lá na louza, ele quiz que eu extraísse raiz quadrada. Fazer aquele algorítmo.

Claro, hoje ´so me lembro é de como se fazia o sinal., com aquela chave. Mas depois ficoumais fácil. Virei engenheiro. E alí achar raiz quadrada não tinha problema: era só ajustar o curson na escala de cima, para ver, na escala de baixo, leitura direta, o resultado.

Depois era só reparar: na escla de cima, havia, duas escalas iguais, repartindo o mesmo espaço de toda a escala de baixo. aliás , podia até tirar a lingueta para fora. Porque a leitura ficava direta de uma para outra: da de cima, para a de baixo. Era só tomar o cuidado de ver: aqueles números (pares de número> ex: 624 é um número “impar”, pois são só tres os algarismos (de números. Da mesma forma, 3157 é um número “par” denúmeros, porque só tem quatro algarismos) Assim, se fosse “impar” de número o radicando, esse, na escala de cima ficaria no lado esquerdo da régua. Era só ajustar o cursos em cima desse numero (fosse qual fosse) e, em baixo da linha do cursor ler na escala inferior o resultado.

Do mesmo modo, se fosse “par” de números, passaria a ser na escalinha menor (a de cima) pela direita. E de novo, ajustando o cursos sobre o número em cima desejado, ler, embaixo na escala única de antes, o resultado. E saber que a resposta seria a metade no “número de Algarismos” do que havia acima e somar “mais um”. Enquanto se a resposta fossse da de um número “par” de números lidos na escala superior à dieita, a reposta seria só a metade e nada mais. Dali, ambém era só fazer o inverso, se quisesse elevalar algum número ao quadrado.

O curioso, era notar que as escalas eram de “um a dez”. E curiosamente os intervalos iam-se estreitando a medida em que os números vão-se tornando mais altos pelos intervalos da escala. Essse fato mostra a variação logarítima a representar o intervalo como “espaço” entre númeos da escada. Assim, era de chamar a a atenção o grande intervalo entre o número “um” e o número “dois” ir-se esteritanto para os intervalos seguintes,pela escla acima até chegar ao menor espaço de intervalos. Pois tal fato ocorria entre os níumeros “nove” e “dez’.

Isso refletia a popriedade logarítmica em escala direta. Pois todo estudante de matemática sabe que dois números ao se multiplicarem, “somam” seus respectivos logarítmos. Assim, se criam réguas justapostas de iguais dimensões e tamanhos entre esscalas lineares – escoregadias uma em relação à outra – ambas sempre justapostas nesse “escorregar” relativo da direita para a esquerda ou se para a direita. E isso facilita o resto pois com esses movimentos de uma régua em relação à outra, pudesse-se “somar” ou “subtrair” intervalos entre números a marcar o fim de cada intervalo – cujos intervalos reflitem a “soma” de intervalos, na verdade estaria a somar os logarítmos desses números. Então (geoméricamente) fica tudo muito fácil: a resposta a ser obtida entre multiplicando e multiplicador sera igual a soma dos respectivos intervalos (com a correspondencia logarítimica) transporados aos números da escala. No processo de multiplicação, por exemplo, basta manter a escala de baixo imóvel, segura pelos dedos e, com a outra mão puxar a lingueta quecontém a escala superior de modo a ajustar o “um” dessa escada exatamente sobre o número que representar o multiplicando na escala inferior. Isso feito, será deslocar o cursor (linha de referencia móvel -comum às duas escalas de cor vermelha, vertical) para fazê-lo assinalar na escala da “lingueta” superior, o número que representar o “multiplicador“. A resposta, estará de novo na escala inferior. Basta fazer a leitura exatamente no nùmero assinalado pela linha vermelha do cursor, coincidente com o assinalado acima.

Para finalizar a multiplicação e saber em função dos números em algarismos, a qual acima o exemplo se referia somente há de se tomar o seguinte cuidado: se a “lingueta” correr para a direita, o número de algarismos da resposta, será a soma dos números de algarismos (somados os do multiplicando e do multiplicador) somados dos dois números, “menos um”. Se a lingueta escorrer para a esquerda, aí não. Os algarismos da reposta serão a soma direta dos algarismos dos dois números (multiplicando e multiplicador)

Então, Depois do Prof. Zé Rodinha ficou fácil extrair raiz quadrada na Régua de modo direto. Dá pra fazer engenharia. Calcular prédio, arrumar o mundo, ajeitar a planície e, literalmente, fazer chover no tomate pelo cálculo dos encanamentos. Porque até haviam réguas para coisas específicas. Por exemplo, para hidráulica. Haviam réguas a expressar a Fórmula de Hazen Williams (eram coisa comum naquele tempo – não sei onde foi parar a minha!) E aí ficou fácil projetar Estações de Tratamento de Água [só para lembrar: homenagem ao Azevedão, quem me presenteou com a história do Saneamento Básico em Campinas a qual a publico em desagravo o próprio texto — original datilografado (in:- “Campinas e o Saneamento Básico no Brasil” – Prof. José Martiniano de Azevedo Netto/ Livro autografado: 4ª Ed. Manual de Hidráulica. Homenagem póstuma pelo quanto obrigou decorar: V = 0,355. C. D(**0,63). J(**0,54)]. Claro, também são úteis também para verificar superfaturamentos, desvios, falcatruas em “curvas de custos”, ajustes de tarifas, etc. etc. Também haviam as réguas de cálculo para “Concreto Armado”. Sempre preferi a Régua comum do cálculo limpo e direto. E detestava as “log-Log” muito mais cheias de recursos Não sei se o Zé rodinha teria também muita paciência. Mas por causa dele, aparece fotografia currículum e a história da matemática com as coisas que estão lá de pé pela ordem dos critério: funcional – seguro – econômico e, pela estética – ajustado a paisagem, . (Tá lá, bonito -pode ver). Pelo menos valeu o esforço do Zé Rodinha.

Vai daí, ainda estou a espera da resposta da CEMIG ao e-mail onde havoa pedido o “modelo Matemático” das tarifas cobradas do povão. Resta aguardar.

Certamente resposta-se vai ter.

Isso não oferece dificuldade aos senhores de terno e gravata às portas da Bolsa de NY a festejarem o sucesso das arrecadações sobre o Povo morador em baixo dos fios da CEMIG, quando a taxa de iluminação pública em Inconfidentes “rende” por kilômetro quadrado de densidade média equivalente – quatro vezes mais do que em Campinas.



Pois agora, em assunto tratado por modelos matemáticos, teses e demonstrações, muito mais importa, agora em favor da teoria do desenvolvimento e, com objetivos muito mais dionisíacos do que apolíneos, lavar a alma do povo através do dinheiro arrecadado sob os fios da CEMIG . Para alguns ilustres senhores servirem-se, alegres, em festas regadas – por uma empresa pública, agora descaradamente disposta a mais lucrar: quanto possa. E a tudo sugar. Sem sequer precisar explicitar o “modelo matemático” nas suas páginas da WEB. Tudo secreto. Tarifa? Curvas de custo? Só cochichado.

Pois além das maritacas atentas, ainda existem, mesmo como exceção numérica mais reduzida, outras espécies são também capazes de verificar vida e inteligência na Terra a partir dos fios da CEMIG.Mas aqui no Grotão, aqui em Inconfidentes, é o Povo quem faz brotar da alma pacífica e submissa tão decantada, a energia presa ao suor e trabalho. E com muito menos alegria do que em Nova Yorque, mas sim, debaixo dos fios da CEMIG tenta sobreviver ao apocalipse – enquanto paga e continuará a pagar contas em Inconfidentes. Aliás, continuarão a pagar muito mais Costureiras, Lavadeiras, Passadeiras de Roupa; medir-se-ão muito mais suores de empregada por metro quadrado de chão do que em Nova Yorque.E onde para produzir o mesmo e miraculoso “efeito” geral não medido, não se precisam esticar tantos fios. E o resto é só desculpa e brincadeira.

Pois a tantos fios esticados, agora se vê, importam lucros! E para comemora-los, eis is senhores nas fotos. Enquanto em Inconfidentes, atentas, só maritacas.

E no mais no grotão, “tá tudo dominado”, como hoje em termos vulgares se transcrevem em outros textos publicados no Diário Oficial da República. Volts vão, dólares vem. Todos pertencentes à mesma idolatria. O mesmo culto ao “bezerro dourado” – pelo imaginário de vossa ficção econômica. através da qual medis vossa biologia pela métrica da mineralogia. sequer para ver, como em tantas maritacas, o compasso alterado. E a liberdade? reduzida à escravidão.

Vossa moeda? Eis vosso servil metal.

E vós, agora a morar embaixo dos fios da CEMIG. Por onde biologias vão, e mineralogias vem. Basta morar debaixo dos dios da CEMIG. E vossos sacerdotes, em fotos. A festejar entradas no antro (Bolsa de NY) onde mineralogia vale mais do que biologia. Pois mais vos vale? Vos vale a inércia do ferro. Ovalor pelo qual vos despresais. E vos demitis, dos sonhos dos deuses. Biologia derissada.

E depois vos quixais pela lei de fero dos salários. Pela biologia em arrocho comprimida. Por acreditar. Pela crença. Pelo mineral. Pela ficção.
Pois os fios da CEMIG vos trazem o castigo pelo fetiche.

Pois a vida se reduz à teimosia. À vontade de viver.
E por vossa economia, vossos tapumes. Para não ver sonhos da humanidade esvairem-se em fumaças ao sabor de vossas crenças. Eis que sois guiados pelas falsidades do vil metal – mera patologia a vos fazer acreditar que sois menores desde a raiz de vossos sonhos. E assim ninfas no céu teceriam novos fios para fazer descansar apolo, repousado sob os sonhos onde Dionísio espreguiça seu gesto. Tudo em equações matemáticas. Gráficos. Exercícios de saber e ciencia acumuladas a inspirar-lhes os novos movimentos.

Pois teria a humanidade alcançado tal sicologismo social. E os deuses, melhor aquinhoados para ver as coisas aqui da Terra tornaram-se enfadados de ver tantos homens deixazrem de acreditarem-se como matéria biológica a valer menos, em arrobas peso, do que seu peso em mineral – fosse qual fosse. Mas desnudar as teorias do Sr. Leon Walrás onde as matemáticas das curvas de custos tinham serventias múlçtiplas, até para descrever os movimentos dessa humana coreografia. E estabelecer pelo estado de consicencia coletiva mover-se politica, economica em ocupação ambientalsobre os meios da Terra, sim, poderiam os deuses te-los poupados do equivoco da alienação fundamental aí estabelecida. E a tal “raridade“, conceituação então firmada pelo Sr. Leon nos encômios da economia ainda hoje disposta em prateleiras das mais elogiosas entre clássicos da humanidade estudiosos das curvas de custos e modelos matemáticos de aferição. Pois lá na França, ao princípio do século passado, sua crítica estabeleceu o primado da “raridade” como suprema concepção de valor econômico – valor por valor em si.

Delicadamente, segundo alegava, ponto de vista também partilhado pelo Sr. Burlemaqui e seu pai. Concepção essa hoje, porém, melhor questionada pela crítica ambientalista ao reafirmar o primado da “vitalidade“.

Nesse contexto, a crítica do Sr. Walrás, nunca será demais lembrar, referia-se às concepções de valor em tempos de hitória e objetivos firmados. Tempos nos quais movia-se e moveu-se o gigante humano sobre a terra. Gestos e coreografia traduzida pela própria razão motora e operosa do valor. E efeitos considerados no inteior de um sistema em contexto de capital constante (ao qual se refere o Dr. Belluzo – mestre laureado outros tempos no IE/UNICAMP ao admitir em livro anterior à última publicação da obra de Walrás (1983) a “utilidade” como valor superior ao “trabalho“. Pois sem haver menção à “raridade” walrasiana, provavelmente pela defasagem no tempo entre as duas publicações, sustentou o ilustre prof. Belluzzo, L. G. M. sua tese a propósito de teorias de valor (in:-“valor e capitalismo” – um ensaio sobre economia e política – UNICAMP- 1998). E sem nessa obra mencionar a raridade walrasiana, fixou-se junto com os respeitáveis senhores conhecidos por Say e Condillac a ele agora relacionados pelo próprio Walrás em sua crítica anterior: por exatamente proclamarem a “utilidade“, como aquilo que haveria de conferir valor a algum todos esses senhores acreditarem na mesma coisa. E daí, portas à fora por decorrência, pelo mundo compor-se-ia o bailado da humanidade.

Pois apenas para terminar as referências iniciais em teorias de valor, o Sr. Walrás ainda hierarquizava para baixo da “utilidade” a concepção anterior devalor calcado na quantidade de “trabalho” ao qual se relacionam ilustres nomes do Sr. Marx, K. somados aos testemunhos insuspeitos do Sr. Adam Smith e Ricardo – mencionados aqui pela melhor memória entre filósofos profanos da humanidade; entre outros e mais recente, o Sr. Arno Peters em seu discorrer último sobre o “fim do capitalismo global” – o novo projeto histórico (São Paulo. Xamã – 1998) – entre outros instrumentos de hierarquização. E pelo qual considera a força do trabalho como potência aplicada (unidade biolóogica ressalvada) em unidade de medida pela potência realizadora.

Pois para inferiorizar o “trabalho” alegava o Sr. Walrás o exemplo da montanha de pedras empilhadas; montanhas pelas quais ninguém nada pagaria por mais trabalho quanto tivesse – se não, para elas, houvesse alguma utilidade. Pois do contrário, seriam apenas inúteis. E trabalho (potência unitária com propriedade biológica, auto-expansividade e criação ressalvadas), energia dissipada. Enquanto por fim, calcado por sobre todos os valores encimados aos quais lhes eram superpostos, ao “trabalho” encimava-se a “utildade“, enquanto sobre essa rendia-se culto ao valor da “raridade“; pois é bom aqui lembrar, assim se despedia o Sr. Walrás em suas considerações sobre esse assunto, ao qual apenas lhe voltaremos pela crítica o dever de em revisão, hoje pela critica ambientalista o mundo mais amadurecidamente ver-se compelido a considerar a “vitalidade” matéria de maior valor. Aliás, supremo na hierarquia econômica em novo patamar para a civilização – assunto esse porém, a ser tratado já dentro da teoria do desenvolvimento. Assunto para a qual hoje, em Inconfidentes mesmo abaixo dos fios da CEMIG se permitam acender as lâmpadas do Insituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental. para cumprir os intentos da mais profunda revisão em teorias, valores e fatores de indução. E desenvolver em módulos de planejamento, contextos alternativos valorados pelo valor emergente correspondenta ao arranjo global sob a mais valorada “vitalidade” – monetariamente, aliás, traduzida em potencia econômica em unidades de troca a mover a economia: a própria moeda real em trânsito.

Como aliás a humanidade já teve. A qual até incorporava o “almoço gratis” da moeda potencia traduzida em natural – mais isso já é capítulo à parte pois corresponde ao “maná” havido na economia adiabática a mover-se por 40 anos na travessia do deserto. Local onde a mais valia espelhava seu maior valor de troca e progresso: a “vitalidade“. Potencia biológica aplicada à mover economia com sucesso durante gerações sucessivas nesse modelo onde o “bezerro de ouro” nada mais oferecia a não ser o brilho da ilusão e o fetiche social da usura, cobiça, inveja e avareza como sub produtomentério a corromper valores, ciência política e aplicação.

Pois bastará, para restaurarem-se as energias vitais do povo e do País, o povo mover-se para recuperar os valores da “vitalidade“, traduzidas em moeda de troca, e agora significativamente sugadas pelos fios da CEMIG cultora do “bezerro de ouro” e cercada de sacerdotes desse culto na Bolsa de NY. No entanto a conter a tecnologia útil e necessária para outros fins destinados a prover o banquete mais hedonistico da humanidade enquanto Apolo descansa e Dionísio eleva suas libações de prazer existencial econômico difuso e satisfeito. Pois basta, no modelo aplicado, depois da transvaloração de todos os valores, dispor como por inversão de correntes nos fios da CEMIG sobre os quais só as maritacas de Inconfidentes, prestam atenção – a considerar, a ser considerado tal fato quando a humanidade melhor iluminada pelos fios da CEMIG deixar de se esbulhar pelos sonhos pelos ilustres senhores a povoarem fotos em NY; e sorridentes comemorar valores da “raridade” mineralógica ali chegados sob sangue súor e sacrifícios de Apolo exausto após derrotar Priamo – encarnada pela serpente de anéis mineralógicos a cingir sonhos e energias expansivas da humanidade – sugadora e redutora da “vitalidade” – desvalorada desde direitos e concepções e alienada na foto desses ilustres senhores frente à Bolsa em NY, enquanto Priamo descansa e apolo repousa em baixo dos fios da CEMIG. Os mesmos sobre os quais agora Dionísio pretende juntar oprazer contemplatio da das maritacas: as únicas por enquanto a se preocuparem com os fios da CEMIG por wsua função mais útil no sentidode prover prazer e promover a “vitalidade” a bem dizer, melhor valorada agora desde Kioto traduzida em gráficos e modelos matemáticos tão úteis quanto aos prewtendidos para se sabem em que direção melhor se dirigem os amperer nos fios da CEMIG: se de Inconfidentes para Nova Yorque esticados por Apolo ou, mais satisfatoriamente o conterário se para melhor gelar a cerveja boliviana aqui trazida para libações ao Dionísio.

Pois hoje, do outro lado dos fios da CEMIG sorridentes senhores

Pois para sarar de tantas patologias culturais e estruturais instaladas, a humanidade terá agora de se superpor à “raridade” da mineralogia. Basta do outro lado, ver a vitalidade dissipada sob os fios da CEMIG, postados à margem do “pára-raios” do Bradesco postado na esquina com sua “boca de espera” eletrônica através da qual mais ainda a vitalidade humana se submete à mineralogia da máquina a ao resultado de uns números por ela impressos -folha e papeis quais quer. E eis na raiz de vossas crenças, instalada em Inconfidentes, debaixo dos fios da CEMIG a máquina de arrecadar do Bradesco à guisa de sucursal de Nova Yorque. reponsavel na raiz palo equivoco. Eis no modelo todo o sistema junto. O sorvedouro idolátrico a transitar pelo deserto a capturar a energia. Para o culto a Nova Yorque.

Pois cansaram-se os deuses. E decidiram vos castigar pela raiz de vossas crenças -despresadas vossas noções de ciencia e capacidade de crítica em valor. E decidiram providenciar logo mais uma hecatombe perfeita para vossa economia – sem juízo e sem valor. A mesma que anos atrás vos reunia em fogueiras aladas a reunir vosso gado e vossos bezerros. Para atravessar vosso deserto. Biologia aplicada, ciencia política e econômica capaz de prover, matemáticamente, sustentabilidade social em meio à travessia do deserto por gerações sucessivas.

Pois cansaram-se os deuses. Ensinaram-lhes economia. Até como atribuir maior valor aoagente biológico como moeda de troca – por ciencia de valor. E por representar omineral do bezerro dourado a menos valia -pelo menor significado em ptencia provedora de sua própria demanda -par e passo ajustada aoritmo da natureza. Pelo pulsar biológico transmitido junto ao equivalente em unidade de potência a mover o pulsar de sua própria economia. Pois seria o orfanato dessa Terra depois de vossa emancipação dos deuses o meio adiabático hoje global (visto pelo modelo reduzido. Bíblico, no caso como um fato econômico e biológico onde a economia moveu-se pela crença no valor transcendente: biológico. Moeda de maior valor).

E era ao pensar nisso que Bastião Bento se punha, enquanto umdia sentado junto à pedra o Seu Toninho, matador de formiga subindo a trilha pela grota que dava ao fundo do quintal dessa casa mostrada na foto amarela no cabeçalho desse Blog. Pois ainda trazia a enxada, a qual, depois parada servia de anteparo para o queixo enquanto parava para conversar com Bastião.

Mas Bastião estava tão encantado com seus pensamentos nas conversas dos deuses que a grota inteira parecia ali juntar-se para ouvir os ecos das conversas com os deuses sintonizadas pela pedra sobre a qual se assentara Bastião. Pois as borboletas pousavam sobre o chapéu do seuToninho, outras no ombro, enquanto conversavam.
a enxada, já quatro da tarde

Alí o vil metal era desprezado pela nulidade do prazer sensível como moeda de troca ambiental. Nenhumabiologia nada lhe acrescentaria à contabilidade da vida como prazer e valor existeêncial. ali moeda de troca entr pedra, homem, borboleta e a nascente de água a depois se esparramar por oceanos e contribuir para elevar o nível do oceano atlântico. Pois era dali que a agua vertia em pequena fonte, onde ambos conversabam. E sequer, sem sentir qualquer necessidade de submissão biológica à ficção mineral nenhuma.

Pobre raíz de tantos males. Vossa erótica biologia, derriçada. Atrás da inércia de um simples mineral. Pobre valor mineral ao quanto vos reduzís -diriam poetas menos sinceros. E repetiriam psicanalistas sociais mais sinceros.

Mas eis o Balaio de Gatos instalado em Inconfidentes!

É só deixar escorrer pelos fios meio de arrecadar. Basta comar também um pouco de prudência e cautela para não exagerar em “cima do freguês” segundo recomendam os gateiros mais experientes. Pois o “gato” não pode dar problema. Se fizer malfeito, deixar goteira e etc, vai transbordar… e na conta, melhor verificada, vai aparecer.

E seguem-se pela rotina: dólares arrecadados de um lado (sabe-se a para quem), e de outro, escoado: Sangue de trabalhador, suor de lavadeira, passadeira, arrumadeira, dona de casa e empregada. Tudo medido. Tudo “turbinado” e cobrado no relógio. A moderna “minas de ouro”. Um achado geral. E eis: Tostão por tosão. Pingado, suado, mais chegado. Só resta exclamar: “quanta honra vê-los chegar à Nova Yorque“!

De Inconfidentes, para Nova Yorque? Falar nisso: afinal não era isso o quanto mais se discutia lá na prefeitura dias atrás – empresárias e costureiras – como”novas formas de se chegar ao primeiro mundo“? Uai… então é isso?

* * * * *

Pois tudo ocorre nesse mundo escondido. Tudo atrás de tapumes. E em Inconfidentes já se ergueu o primeiro, mais cortezmente simbólico – pois às janelas da frente foram deixados puxadores para quem quiser abrir a ver, pelo quanto quiserem ver, entronizado, o sofá penhorado. Sendo resto, em dignidade jurídica do País agora assentada sobre os rasgos do meu último Sofá. Pois fica sobre êsse, postado, o parecer da assessoria jurídica da prefeitura de Inconfidentes a tudo sustentar em Juízo. Até, pela falta de juízo, em afirmar que jurisprudência do STF aqui não se aplica – se contrariar sua opinião, duas virgulas depois, escondida natrás dos tapumes logo abaixo. Pois agora cabe em juízo e agora ao povo explicar: Como não se aplica? Porque é “isolada e equivocada“, ESCREVEU. E DEPOIS, NADA MAIS DISSE. E sequer mais lhe foi perguntado em Juízo em brilhante aula passada pelo Prof. Nelson Fraga, emérito professor de direito tributário na FDSM da vizinha Pouso Alegre. Pois didaticamente, recusou-se a responder a quaisquer outras impugnações ao embargo original de sua lavra. Para desprezar entre outras provas e documentos, os termos continuados sob outros tapumes ou alegações postadas na tentativqa vã dedesviar o assunto das considerações do Mérito ja feitas e assentadas com suficiente clareza pelo STF. Como se coubesse alí contesta-las em esforço inútil diante de qualquer outra razão aventada – desde o valor da aposentadoria daqueles que moram embaixo dos fios da CEMIG e, se dispoemde umou mais sofás parfa serem penhorados.

Pois aqui em Inconfidentes o STF só diz bobagem, segundo assim compreende a assessoria jurídica da Prefeitura Municipal – ansiosa nos feitos vingativos dessa política interiorana dos grotões. Onde extorquir imposto presumivelmente cabível, (porém no caso inteiramente indevido) servir, aplicado, como exemplar “castigo ” ante o mundo circundante. Pedagogia de submissão a ser aplicada contra potenciais críticos e recalcitrantes encontradiçoes me mais afastadas ideologias a poluir as mentes locais ou enfeiar as ruas com chapéus estranhos abaixo dos fios da CEMIG. Pois aqui em Inconfidentes, depois de não se publicarem elis e esconeder aquelas solicitadas em certidões, ainda acha-se indevida indevida a intromissão do STF nas lides forenses de modo até a se cogitar em “extinguir o embargo” como medida cabível para assim livrarem-se de ter de ler oprocesso e julgar pelo que aliestá escrito.

E assim “la nave vá” guada pela esperteza política a sucitar no judiciario caminhos de fuga para não responderem a que escrevem e depois renegam até para apresentar como válidas e motivadoras de suas pretenções: justamente leis confessadamente revogadas em expediente anterior. Reavivadas por um simples carimbo aduzido emxeros para dispensar por outras ainda pendentes de publicação. Certamente o Dr. Nelson Fraga agora consultado em saber se “haveria interesse em manter o embargo” – pois diante da ausência de manifestação posterior diante de quem considera “equivocada e isolada” jurisprudencia do STF para logo em seguida desviar a discussão para outros assentos, a ausência de manifestação por sobre esses outros assunto trazidos a guiza de tapumes paa encher páginas de processos, seria, tal agastada leitura presumida o cogitado “desinteresse” e, pelo assim justificado, “extinto o embargo”. Pois ora… Certamente, o Dr. Nelson não haverá de se furtar a atender ao pedido para em confirmando o interesse, solicitar, também o interesse da outra parte pela leitura atenta do processo – conteúdo pelo mérito – dispensadas mais provas e, afastadas as demais pretensões e esconderijos de linguagem – senão a preservação do Estado de Direito e, manutenção do ordenamento e, pelo Direito Positivo, a Engenharia Jurídica aplicada em política, economia e administração no País – no contexto das teorias do desenvolvimento como ciência prospectiva e consenso aplicado.

Pois eis como, em Inconfidentes vivem e sobrevivem quantos moram abaixo dos fios da CEMIG tanta extorção e desvio havidos em finalidades políticas, econômicas, sociais, estéticas e administrativas na urbe, pelo onde se basta a tese da suficiencia da jurisprudência por ele aduzida.

[Aliás, ainda lembro o troar um dia pronunciado no Fórum na tentativa de se contrapor aos primeiros artigos que escrevi, logo após constatar os primeiros desmandos administrtativos locais. E quanto aos desvios de recursos públicos entre capitulações do Código Penal explícitadas em desvirtuamentos de festas religiosas, tida como desculpa para tantos desvios, era assim que esse ilustre senhor assessor juhriídico da prefeitura enunciava seu troar irado ao lembrar do artigo que primeiro escrevi sob o título: “Os Fariseus serão mais sinceros?”. Pois sem outro mais a confrontar, troava: “ele não tem trava na lingua!”. Em comum, nessa discussão, temos apenas o fato de vivermos sob os mesmos fios da CEMIG e eu, ainda tenho o sofá penhorado. E ele, com as Normas sobre Armazenamento de Lixo Toxico que lhe havia presenteado – para pelo menos assim melhor cuidar do “lixão” de Inconfidentes. Onde também não por acaso para cá vinham sob recomendações em envelopes sepadaros e de cors diferentes. E com instrução, de “caso algum guarda parar nea estrada”, apresentar esse – dirigido ao prefeito – segudno consta tomado a termo em BO sobre o assunto como explicação dada pelo motorista. Mas isso é para se avaliar o peso de quanta lingua se trava wquando esse mesmo assessur jurídico ainda proclama que jurispruidencia do STF, só se ele concordar. Senão, é “isolada” e “equivocada”. Para logo em seguida acrescentar o ponto final em mais travamentos de lingua. Mas isso já é assunto paralelo fica para outra análise – depois.]

Mas de qual administração pública Inconfidentes se toma por exemplo, enquanto os fios da CEMIG fazem a colheita de tarifas consideradas escorchantes e, as “bocas de caixa” do Bradesco logo se apressam em colocar “pára-raios” abaixo de suas linhas para depois falsificar noções em seguros a vender até contra riscos de incêndios? Certamente foram-se escafeder. Fugiram para trás dos tapumes, localde costume onde abrigam-se intenções sem jamais apresentar explicações.

Pois de trás dos tapumes, fica um outro Brasil agora estampado em faces sorridentes nas fotos trazidas de Nova Yorque. Mundo do qual só pretendo explicação sobre porque não postam no mural da frente o modelo matemático requerido. Ou então explicar os motivos pelos quais não posso fazer contas sobre estranhas contas e sobre estranhas tarifas. Aliás, contas sobre as mesmas tarifas tomadas na “fonte“; as quais, contabilizadas, tanto agradam a esses ilustres senhores da foto. Todo todo santo mês, porém, enviadas a todos quantos moram em baixo dos fios da CEMIG. Ás quais agora também se juntam indignadas mais outras constatações – desta vez quanto à taxa de iluminação pública – jogadas também nas costas do mesmo “freguês” da CEMIG. (Aliás, para bem lembrar – onde após verificar, em Campinas esse valor: pois tal “iluminação pública” não ultrapassou a modestos R$ 3,00 reiais, perto dos cobrados pela CEMIG sob o mesmo título; tudo, aliás, numa conta onde o preço da tarifa aplicada ainda é a metade da cobrada pela CEMIG em Minas Gerais).

Claro, tudo isso fica atrás dos tapumes. Pois agora vivemos no País dos tapumes. E Bastião Bento desistiu. Não aguentou. E mais uma vez desligou a TV-Senado.

Ma ficou por conta com a Telemar. Enquanto nos céus os deuses perguntavam porque tanto fedor vinha da Terra. E principalmente se levantassem

Não havia jeito de completar a ligação. E os deuses ficaram esperando, enquanto Bastião Bento se debatia com a gravação que insistia em perguntar: “fale oque o Sr. deseja”! E Bastião Bento mais uma vez repetia: “Quero falar com Deus“! E a gravação de novo voltava: “não entendi”.’ Pois com essa modernidade da Telemar, acabou-se a comunicação dom os deuses em Inconfidentes pois ninguém mais poderia imaginar tamanho disparate na Terra: Bastião Bento ficar a dicutir com uma máquina que lhe dizia “não entendi“, após Bastião Bento ouvir a gravação perguntar: “fale o que o Sr. deseja“… querer ligar para reclamar das tarifas da CEMIG.

Seria a Telemar um “tapume” telefônico por ondeas vozes do Bastião Bento não alcançariam os céus para reclamar da CEMIG? Pois certamente, concluiu Bastião, nada adiantava reclamar ao Governador que tanto confiava nessa gente chegada às Bolsas de Nova Yorque – as custas da vida do povo de Inconfidentes, onde só as maritacas estão atentas
aos modelos matemáticos assentadas nos fios. Certamente o Governador faria ouvidos moucos, pensou. O jeito era mesmo tentar os deuses pelos fios da TELEMAR e aproveitar o cartão da Oi para falar de graça enquanto durasse a “promoção”.

Mas fica a pergunta: porque a CEMIG não traz para fora do tapume o seu modelo matemático da estrutura tarifária? Dá para entender?E por muito mais útil seria traze-lo para a frente do tapume. Para fazer, enfim, o povo conhecer o modelo (matemáticos) dessas formas de arrecadação. E daí para conferir contas, lucros e tarifas. Pois nada se vê em lugar algum. Pois nem na WEB, nada consta. Aliás, local onde nada custaria publicar. Pois, obscuridão total, nada se encontra no “site” da CEMIG”. Que coisa mais lamentável!

Pois se ali estivesse oferecido ao público o conhecimento do “modelo matemático“, tudo seria um ato normal. Jamais seria ter a coragem de exprimir para vê-lo exposto – reproduzido no mural público em Inconfidentes -onde se escrevem coisas para o”Povo Saber” e a comunicação pelos postes da vizinhança já virou meio de comunicação comercialmente mais disputado, valorizado, concorrido.

E tornou-se local tão frequantado pelo interesse em se conhecer “novidades” quanto antigas fadas da frivolidade social avançavam sob lâmpadas e postes por onde hoje escorrem os fios da CEMIG; por onde ilustres senhores, Mônicas ou “Neides Aparecidas” encontradiças nos salões ornamentados e festejadas por colunistas da mais mundana pretensão. Pois tudo ao final, expressa ou expressava “voz dos manguezais” da qual tanto nos fala a colaboradora “Neide Flávia“, correspondente existencial em Guaratinguetá sob asas a
da Aeronáutica – em seu primeiro relatório de conclusões sobre significado das borboletas, entre expressões libertárias de sonhos amores e documentos do maior talento cósmico. Tudo, também no mesmpo afã de recolher tostões para pagar as contas – nesse país de felizes senhores no Senado Federal cercados de felizes empreiteiras destinadas a felizes empreitadas sociais, segundo consta, associadas depois à turbinagem – também de eleitoral – entre babas e pensões às ninfas. Tudo às custas do povo.

Claro, conclui-se: fora dos romances policiais onde o presente se transveste em passado simultâneo ao futuro, esse País – só é levado à sério apenas quando se fala a linguagem dos Arapeches.

Entretanto, para o Povo Saber, nesse mural e nos postes onde as Neides também atentas às maritacas escrevem seus poemas alexandrinos, onde com muita honra poderia estar exposto ao público o “modelo matemático” das tarifas cobradas pela CEMIG. Seria por essa grande causa devidamente assinalado em economia política e prática de controle social com mesma responsabilidade pela fé pública. E pelo caráter emprestado a documento oficial para trazer ao conhecimento público os demais atos de gestão praticados “nesse País”. Mas qual!

E agora ?

Só por curiosidade: pela falta de explicações, onde foi se esconder a CEMIG em Inconfidentes vista nos fios esticados acima, junto ao “pára-raios” do Bradesco -onde o raio chega primeiro no fio para “dar segurança” à máquina da boca do “caixa”?

Certamente vai passar longe e se fingir de morta para não ver também o “pára-raios” do Bradesco colocado ali, abaixo de seus fios. Postado na esquina apenas para melhor proteger o instrumento de arrecadação posto na “boca de espera” bem ali em baixo no nível da calçada? Ah,sim, deve-se desculpar. Até agora, o Bradesco ainda não colocou a sua logomarca. Decerto sua ideologia financeira ficaria manchada pelo escâncaro da função escandalosa agregada ao próprio “pára-raios” – esse também feito às escondidas de seus melhores técnicos.

Pois fosse diferente, tudo estaria aí, público e razo – escrito, “Para o Povo Saber“.

E tudo, mesmo circundado pelas expressões alexandrinas de métrica e rima pobre das Neides Aparecidas – sempre poéticamente postadas em postes de iluminação local abaixo dos fios da CEMIG a refletir outros sonhos da humanidade, sempre esse mural manter-se-ia fiel ao valor do documento público. Ou ao transcritos. Ou a medir o valor da palavra oficial exposta em documento público, oficial. Nesse mesmo local, por exemplo estariam entre outros, documentos a conter denúncias ao Ministério Público. E exigências de melhor procedimento administrativo por sobre o interesse público tão apenas. Pois alé, nesse mural, também afixar-se-iam, até para assim o povo saber sobre paradeiros de auditorias desaparecidas em processos anteriores – vinculados por outros modelos a outros sistemas de tarifas como a dos que vivem sob os fios mais bem comportados da CPFL, em melhor exemplo, mas sofrem atrás dos canos d’agua no modelo similar da cidade de Campinas, aqui tão perto dessa Grota, quanto equidistante de Nova Yorque – em pequeno exemplo de difusão e aplicação de costumes em métricas de política social e poder aplicado lembradas em recortes de jornais providencialmente juntados ao modelo de Inconfidentes: pela pedagogia econômica aplicada.

Pois ali o povo de Inconfidentes nada haveria de estranhar. pois nesse mural, sempre foram publicadas coisas de interesse público e a respeito de processos em andamento. E ali sempre, será provada cada vírgula sobre quanto ali se escreva justamente Para o Povo Saber – pois consagradamente o conselho editorial desse Mural e desse Blog sempre atuou e atuará longe da patologia anônima das históricas “Neides do Mangue” com cartazes próprios e linguagem de escol a impregnar vapor em postes antigos versos alexandrinos de melhores rimas. Menos distraídas e embora sempre confirmem presenças, dali sempre se contemplam as maritacas. Os seres viventes mais atentos aos níveis dos fios da CEMIG.

Pois será lamentável, para o Povo de Inconfidentes e para todos quanto moramos em baixo dos fios da CEMIG, deixar de ter exposto no mural “Para o Povo Saber” – o modelo matemático da cobrança de tarifas pela CEMIG – requerido pelo e-mail acima.

Pois apenas vistos pelas maritacas mais atentas postadas acima dos fios da CEMIG: “quanto levavam” e o que faziam ilustres senhores em Nova Yor – vistos a festejar? Enquanto Inconfidentes, agora quer-se saber: “quanta” gota de suor foi arrecadado em baixo do fio ? Quanto rende cada milímetro de fio esticado pela CEMIG em Inconfidentes? Porque não vale o mesmo para Ouro Fino?Virou a CEMIG virtual “máquina caçadora” de níquel? E o Bradesco postado na esquina como mostrado na foto daí de cima: virou a “boca de espera” eletrônica?

Pois esses ilustres senhores agora tomam avião às custas das tarifas. Vão a Nova Yorque e ainda festejam sobre tanto sucesso em lucros obtidos agora na Bolsa de NY: a tarifa arrecadada no grotão. Eis Inconfidentes a participar do (ou no) “primeiro mundo” – em favor de alguns acionistas: ditos “menores“.Desconheço nomes e não identifico ninguém entre esses ilustres e festivos senhores saudados nessa foto (extraída do próprio “site” da CEMIG – in:- situação descrita).

* * * * *

Pois moramos em baixo dos fios da CEMIG. E aqui, ostensivamente, só o “pára raios” do Bradesco é quem tenta ficar em cima pois prefere prefere raios em campo aberto onde não tenha perdas porfios elétricos da CEMIG postados acima para roubar-lhes mais esse troco emboa eletricidade para quem melhor puder aproveitar -visto não haver ainda como armazená-la em pilhas para descargas futuras em outros lugares. Certamente algum outro candidato ao novo posto jeca-tatu postado lá na gerência do Bradesco na coidade próxima de Ouro fino ainda achará “bom” o lucro dessa “caixa” ser melhor repartido pelo produto das contas da CEMIG enquanto o milharal do bom Deus continuar a frutificar. E alegará que o “excedente” em matéria circulante irá percorrer de volta os fios da CEMIG em caminho inverso ao das casas por onde chegar. Pois relâmpago e trovoada perdida no espaço ainda será lucro cessante – potência infelizmente ainda distribuída de graça para casas da vizinhança. Mas um dia também haverá tarifas para isso e, seguros de vida a mais para vender como “proteção de famílias” contra raios e trovões invasores pelas “redes” sob os fios da CEMIG. E alguns outros aposentados ainda farão mais alguns empréstimos consignados – para pagar a conta.

* * * * *

Pois só restam duas alternativas: ou continuaremos a ser esse “povo gado, povo marcado” do qual menos poeticamente tanto nos fala o Sr. Zé Ramalho em suas camnções, ou será necessário começar um movimento em Inconfidentes: Mostrar em Público as contas de Luz. E claro, pedir explicações.

Pois em Inconfidentes, nesse “Grotão” tão amado de Inconfidentes, tão à vontade estava a CEMIG que arrecada (ou arrecadava) até seis vezes mais no valor da tarifa do que por sobre os fios esticados sobre os moradores de Ouro Fino. Dá para entender? Se alguém estranhar, pode-se até aventar a hipótese mais coerente de nessa cidade as coisas ainda serem melhor administradas. Pois lá o povo até já se ofendeu uma vez por chamarem Ouro Fino de “Grotão”. Pois fique bem claro uma coisa: Inconfidentes gosta. Aliás, com muito orgulho. E a assim chamada “Grota” até já tem marca – registrada com esse nome.

Porém para mais sofrer tudo a padecer perdas para deixar contentes os senhores vistos nas fotos frente à Bolsa de Nova Yorque – ligada pelos próprios fios da CEMIG; gateiros sistêmicos, profissionais engravatados a penetrar sorridentes por portas de bancos. Local de adoração ao “bezerro de ouro”. E local, onde depois mais se lhes esticam tapetes vermelhos entre rendas e homenagens. E local, onde depois, gatos pingados irão também trazer sua contribuição como fazem os eletricistas mais pobres em “gatos” feitos diretamente sobre taboas em “by-pass” aos fios da CEMIG. Tudo feito de modo mais simples – Mas tudo serve. Basta aumentar o tal lucro.

* * * * *

Mas como justificar tal disparidade de tarifas ente cidades vizinhas como Inconfidentes e Ouro fino – ambas servidas a pouca distância pelos mesmos fios da mesma concessionária? Só dá para entender se o Prefeito de Ouro Fino resolver chamar a CEMIG num canto e na linguagem dos Arapeches pedir para ela, CEMIG, ver se dá um jeito de aumentar os “elétrons” do “nêutron” ourofinense sem provocar descarga e conservando a massa dos “prótons” mantidos na grota. Ou então, só se a cidade de Ouro fino (10 Km), é quem estivesse a chamar um bando de gaiteiros mais bem engravatados para fazer um imenso “gato” tarifário – capaz de poupar energia e tudo ainda ficar mais barato!

Nãoseria mais fácil se houvesse alguma “vantagem” escondida nas contas de POurofino que as mesmas informções fossem pyblicadas em todas as contas para todomundosaber porque num lugar pode enooutronão pode? E se assim ficar sabendo ir procurar o modo do “porque pode“, para tambémficar “podendo”? Ou porque tudo tem de ficar escondido, secreto? Onde nas contas de Inconfidentes as informações que aparecem nas contas de Ouro Fino são diferentes?

Problema de comunnicação, pensou Bastião Bento. Interessa manter o povo desinformado, concluiu. Se a Telemar bloqueia as ligações com Deus, porque põe uma gravação idiota que só é capaz de perguntar “diga oque o Sr. deseja”, a CEMIG, por sua vez não publica as mesmas informações nas contas para todos os consumidores para discriminar mais a vontade ou decerto esconder privilégios de ecionistas minoritários nas Bolsas de Nova Yorque.

Pois não adianta escrever contas em linguagem dos Arapexes para disfarçar. Pois juntadas aas contas de duas cidades vizinhas, tudo ainda agora aparece a mais, cobrado com + 85% do que no Estado de São Paulo se cobra qualquer “tarifa social”. E cansado detanas explicações dos homens, Bastião Bento concluiu por hoje: do caixa do Bradesco sobe, contabilizado, transladado pelos próprios fios da CEMIG – afinal, tarifariamente cúmplice ou participante em algum “esquema” como fica desnudado. Afinal, sabe-se: Grotão não reclama. Basta mandar “cesta básica“. Daí, volts vão, lucro vem.

Desliguei a TV-SENADO. E até por isso a CEMIG lucrou! Na conta e na TV que nós aqui pagamos. Nós. Os moradores. Os “em baixos do fio” – pela CEMIG.

Com a palvra o Sr. Governador Aécio Neves.
(transcritos em relatórios, telegramas governamentais anteriores sobre desvios em administração pública relativos a assuntos correlatos compõem-lhe anexos e demonstrativos).

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2 Responses to Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG

  1. Anonymous says:

    ler todo o blog, muito bom

  2. Randomness says:

    Extremely well executed blog!!!

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