Poder altivo ensinado, ética governamental, razão suficiente. A prática da escola risonha e franca

Destino original, história construída

Documento  escrito em 1918
Cópia datilografada do manuscrito em 1965
 

  Chama a atenção a linguagem castiça e escorreita no relatóriode um “guarda de aluno”
para informar ao diretor de uma intituição histórica e de “reciclagem” humana
o esforço educacional  para “pôr a ferros” um educando considerado “mau elemento”.
(clicar sobre a figura para ler)
 

 

Da educação voltada à submissão à educação libertária.

Pois é. A propósito de dignidade faltante em instituição de ensino, Bastião Bento agradece algumas surras que levou do pai quando errou, pego na mentira e no injustificável. Sarou e aprendeu a falar a verdade, tornou-se forte. Acha que faltou a essa gente (fraca) que se esconde, quantas certamente seus pais economizaram em “palmadas” e têmpera de berço para exercícios de poder. Continuam fracos e falsos, escondidos atrás de fachadas, a esconder razões próprias. Alma limpa e lavada, Dr. João já foi diretor dessa escola que hoje virou instituto federal. Foi ele em seu tempo quem mudou o espírito. Tornou-o libertário, apesar de também autoritário a seu modo, ele próprio. Aboliu “guarda de aluno“. E todos passaram a ter nome, respeito e dignidade. Matéria sobre a qual Bastião Bento colocou cópia desse documento na “urna do tempo” para ser aberta daqui a trinta anos. Afinal, iniciativa feliz do ex-diretor Paulo Roberto Ceccon, a quem, em solenidade, presente o reitor Rômulo, juntaram-se melhores espíritos e intenções; história e registro pela passagem do espírito libertário a firmar morada da dignidade na Terra. Bastião Bento é testemunha desse tempo: – ninguém tinha nome. Era número. E nem dignididade de ser alguém. Bastião Bento não quer ninguém escondido. Atrás de anonimato, atrás de qualquer fachada de ilusão. De sua parte, Bastião Bento diz o que pensa e repete em praça pública. E Bastião Bento homenageia pela lembrança quanta dignidade representa e representou o efeito final do educador: desde o escrito escorreito, castiço e invejável [do educador] em seu papel regenerador – humanista. Nascença e história do atual IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes.

Pois eis Bastião a ensinar moral educacional – ética libertária – através da qual os homens se tornavam fortes,  reconheciam e corrigiam erros, recuperavam energias sociais e se redobravam prenhes de forças e valor da razão soberana capaz de expor à luz – raiz e motivo convincente. E certamente reavivar noções destinadas a modificar costumes e governar País. Pois se ensinavam virtudes, liberdade e responsabilidade.

Ninguém precisará dizer mais: Dr. João rompeu grilhões educacionais, corrigido de seus próprios – virtude também sabida de ensinar. Seja-lhe rendida a homenagem pela guarda do documento e providência de retransmiti-lo às futuras gerações.
Mais capazes. Altivas, palavra livre e razão soberana.

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