História e nascença de um projeto

Desde primeira apresentação
(Foto comemorativa dos 100 anos da rede do Instituto Federal)
Reitor garante verba. E prometeu doutoramento. Criará Escola. Concordou em desenvolver a curvatura do processo histórico. Aquiesceu quanto a carta aberta distribuída. Haverá tese de doutoramento em função do Estatuto do Instituto Federal – Sul de Minas Gerais

PELA TESE CURRICULAR REFERENTE AO ART 24 ESTATUTÁRIO
CONTRIBUIÇÃO AO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA

[ Em reunião do Conselho superior do IFET – agora denominado apenas IF (Instituto Federal Sul de Minas Gerais)  – foi distribuido o documento abaixo transcrito. Trata-se de Carta aberta aos membros do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia ]

EXPLICITAÇÃO PUBLICA. BASES CONCRETAS DE UM PROJETO
A ANTERIORIDADE CONSTITUTIVA

Há exatos 16 anos e, até então aplicaveis ao planejamento urbano, ao cálculo e projeto estrutural, ao desenvolvimento econômico, industrial e cuidado ambiental na área do saneamento básico e controle da poluição – ainda na CETESB (1993) o então agente credenciado (Lei Estadual 997/76 e Decreto 4.868/7 – Art. 71. Atribuições – Lei Federeal Nº 5.194/66) e hoje editor desse Blog – dedicado a desenvolver modelo pedagógico em administração pública e propor aplicação – escreveu o estudo “Saneamento Básico: Perspectivas para 2.010(Ref./Cidtações: – Repidisca: http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=REPIDISCA&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=63840&indexSearch=ID) ;

Esse estudo representava meditação em contribuição ao problema do esgotamento dos recursos hídricos em cabeceiras de mananciais. Paradoxalmente ainda, abastecedores de regiões densamente povoadas. No caso e para aplicação pretendida, seria modelo próprio de engenharia ambiental e arquitetura hidráulica. Ou seja, contribuição ao planejamento, controle e aplicação em termos de administração pública vinculada à gestão econômica e ambiental. E depois, sob crítica permanente, operação administrativa e política expressa e continuada de longo prazo a cumprir; previa a continuidade do abastecimeno no contexto da bacia do Rio Piracicaba – sob premência quantitativa a ser atendida. Prospectava entre alternativas de reversão de grandes massas (água) a partir da zona média do estado e/ou, reciclagem (global) pela reversão de volume (admissível) extraído do próprio rio: feita em circuito paralelo, ascendente, fechado (a sobra extravasaria à jusante). Sistema esse dotado de derivações (ramais) para abastecer cidades de montante. E prospectava entre alternativas construtiva, etapas de curto e médio prazo, compatíveis entre si.

E para recirculação (global) considerava o volume total disponível – acrescido no tempo com o diferencial da vazão provinda de montante, a escorrer pelo talvegue desde as cabeceiras. E depois pela equação da continudade, haveriam de escorrer, rio abaixo, as “sobras” vertidas à jusante da captação. Esta no caso, abaixo da represa de Americana. Prospectava sobre o “Loop” de abastecimento (vazão abastecedora – potencial, crescente) formado pelo rio. E o limite superior seria definido pelo controle (taxa admissível) da salinização. No caso poluição capaz de ser diluida por essa vazão de montante incorporada ao circuito. Vazão diferencial acrescida a cada volta. Haveria, pois, cruzamento no sistema (confinado), das equações de quantidade com as equações de qualidade.

Referia-se esse estudo aos problemas do saneamento básico e da simultânea continuidade do abastecimento de água potável. Dispunha do instrumental aerofotogramétrico. Juntavam-se os estudos da SABESP referente ao Plano Diretor para e Tietê Médio Superior (1978), e de suas curvas de maturação. Projeções no tempo (Revista DAE, 112). Também, para controle e aplicação, somavam-se as “curvas de custos” do Plano SANESP/1982 – capazes orientar planejamento, estabelecer controle. Capazes, no caso, de evitar desvios, desperdícios e, comparativamente, de indicar melhores opções.Por fim, incluia como bibliografia inicial a obra produzida pela Secretaria do Meio Ambiente -Minnistério do Meio ambiente e da amazônioa Legal: “Os Ecossistemas Brasileiros e os Principais Macrovetorews do Desenvovlimento” (1995)  pela riqueza em mapas e acréscimos territoriais inventariados.

No caso, Pouso Alegre e os campus de Inconfidentes, Machado e Muzambinho – podem sediar a continuidade a esses estudos no contexto original do Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental (IDEEHIA), a ser criado como entidade agregada; local onde também ministrem-se cursos de administração pública aplicada à Teoria do Desenvolvimento – mencionada na Carta Aberta aos Professores da EAFI (2006). Melhor ainda, se agregado, o IFET tiver interesse em contribuir com disponibilidades, acervo tecnológico e potencial local.

Pois em 1997, cogitou-se tal projeto a ser incorporado como prática e aplicação em aproveitamento ao Projeto Ambiental de Inconfidentes – hoje estendido como econômico, ambeiantal e educacional. Cuja intenção acrescida à Escola de Administração Pública e de Governo – seria contribuir para enfim compor-se a curvatura do processo histórico – instrumentalizada em universidasde especializada por campo de saber (LDB – Art. 52, Inciso III, Parágrafo Único – ver carta aberta aos professores da EAFI/2006). Tudo, registre-se, a partir de solicitação feita ainda em 1994 pelo antigo diretor da EAFI, Prof. Gabriel Vilas Boas a propósito da criação então cogitada de um curso de Engenharia Ambiental. Há exatos 16 anos esse assunto foi proposto à CETESB (fac-simile – abaixo).
Documento encaminhado à CETESB
Visto das chefias imediatas
Documento encaminhado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente
com visto da presidencia da CETESB

Mas qual… sucedido, tempos depois, tanto foi o esforço na antiga EAFI em obstar, que para vencer a patologia subterrânea, impeditiva então reinante – hoje tomada como objeto de estudos a compor ementas em escolas de administração pública – foi necessário enviar o Relatório Nº 1 à Polícia Federal (Aerograma IPL 1.069/06 – 17/02/2009); cuja cópia e demais documentos tornam-se inclusas em conhecimento ao Magnífico Reitor. E pelo esforço correspondente, homenagem ao Conselho Superior.

Conclusão primeira

Ampliado pela contribuição de seus membros desde a criação do IFET e, em retomada e superação desses obstáculos, agora, enfim, com a criação do IFET além da SANASA-Campinas, CREA/CONFEA, Metro-SP e Ministério Público – agregadas pelas motivações também assinaladas desde o início, pode-se convidar a CETESB a contribuir como participante ativo no desenvolvimento do projeto ora proposto sob renovada esperança.

Inconfidentes 26  de janeiro de 2010.

No intento de mais contribuir em favor de um Brasil mais próspero, livre e feliz

Raul Ferreira Bártholo
Egresso/EAVM – 1962
Conselheiro suplente

__________________________________
O Conselho Superior é composto pelos membros relacionados – link abaixo:
http://wordpress.muz.ifsuldeminas.edu.br/wp-content/uploads/2010/01/Relação-Of.Circ.001-10.DGTI.doc

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