Data Vênia,

Repercutiu muito mal em Inconfidentes essa polêmica de agora no Poder Judiciário. Por sentença própria – hoje, o Ministro do STF ao qual se voltam pedidos de explicações tornou-se fiador das palavras do Sr. Dantas em lamentável episódio nacional. Pois responde pela própria decisão formal – monocrática. Palavra especial, assumida ao avocar processo corrente em seu nascedouro: 1ª instância. Assumida sentença, seria essa por certo retornada ao – “salvo melhor juízo“. Razão em palavra aberta, âmbito formal e traduzida à Esfera Pública. Simples delicadeza – formal a sempre permear respeito a seus pares. Estes, circundantes, são virtualmente comedidos, vê-se. Fazem à pontuação final acrescer o cosumeiro (SMJ) formal.

Isso faz lembrar um ensinamento do jurista Hely Lopes Meireles – in memorian; segundo o qual, na “planície da técnica não há hierarquia“. O trânsito da informação pela razão exposta ao contraditório é horizontal. O que resplandecem são luzes, são razões e experiencias capazes de se exporem e sucederem à luz do dia. Por mim interpretadas e traduzidas em normas técnicas de aplicação soariam à humanidade como ciência disponivel e técnica aplicada sob acervo acumulado -a expor e contribuir sob a ética do progresso coletivo. E complementa: “o parecer de um técnico só pode ser anulado pelo parecer de outro técnico“, claro, sob julgados de ética firmadas em Códigos (norma técnica aplicada), pela palavra e razão capaz.

Data Vênia, sucedem nuvens de escuridões a permear as razões pelas quais o ministro Gilmar Mendes tornou-se fiador, ressalvado como soe pela praxe à inteligência maior pelo ato – s.m.j ; pois máxima vênia, diante do descalabro administrtivo e financeiro a reger o restante da economia para mais corromper a sociologia circundante, outro pode ser o mundo há de se entender, proclamar e atender à voz pela razão circundante. Jamais porém caberia à palavra diretora tornar-se fugidia ao clamor da publicidade (exigível, constitucional)l em relação à coisa pública – viesse sobrepor-se ao fulgor maior devido à toda razão – sob contas a prestar.

Pois repercutiu muito mal em Inconfidentes essa polêmica de agora no Judiciário. Pois restou quanto hoje se perguntaria ao subtraído Sr. Dantas, referido nacionalmente pelo significado político e financeiro pessoal sob fatos públicos, mencionados, arguido em juízo à espera de crédito às próprias palavras – senão confissões de interesses ocultos.

Por direito saberá o Ministro Gilmar quanto cabe ao País conhecer a razão maior, agora interrogada. Justo a qual o indigitado senhor, no caso o beneficiado pela decisão monocrática – deixou de responder.

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